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Sesc Sabor e Arte terá show solidário com Chicão Castro

Dia 17 de dezembro, sexta-feira, às 19h, tem “Sesc Show Solidário” com Chicão Castro no Sesc Sabor e Arte. As arrecadações serão revertidas ao programa Mesa Brasil Sesc, de segurança alimentar.

O evento, que marca o encerramento anual das aulas nas modalidades coletivas da unidade, é aberto ao público e o ingresso são dois quilos de alimentos não perecíveis, que devem ser trocados previamente na própria unidade.

“Será oportunidade de confraternizar e praticar a solidariedade, entrando no espírito natalino”, convida a diretora regional do Sesc MS, Regina Ferro. Para acompanhar o show, haverá vendas de porções e bebidas no restaurante.

Serviço –  O Sesc Sabor e Arte fica na Avenida Afonso Pena, 3469. Siga nas redes sociais @sescsaborearte e Facebook/Sescsaborearte. Mais informações pelo telefone (67) 3311-4300. O cardápio diário pode ser consultado no site sesc.ms/index.php/cardapio/.

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China libera importação de carne bovina do Brasil certificada antes do embargo

As autoridades chinesas liberaram a importação de lotes de carne bovina que foram certificados antes do embargo do dia 4 de setembro, informou nesta terça-feira (23) a Administração Geral de Alfândegas da China (GACC, na sigla em inglês).

Por outro lado, a suspensão das exportações da proteína do Brasil ao país asiático continua em vigor e completa 80 dias nesta terça.

Os embarques para o país asiático, maior comprador do Brasil, foram interrompidos no dia 4 de setembro, após dois casos atípicos de vaca louca terem sido notificados em Minas Gerais e Mato Grosso.

A suspensão, determinada pelo próprio governo brasileiro, atendeu a um protocolo sanitário firmado com a China, que prevê interrupção do comércio em caso de identificação da doença.

Por outro lado, a decisão de retomada depende da China, que mantém o veto, mesmo após a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) ter informado que as ocorrências não representam risco para a cadeia de produção bovina brasileira.

A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) avalia que a decisão libera pouco mais de 100 toneladas de carne bovina brasileira que se enquadraria nessa situação. As cargas já estavam a caminho do país asiático quando houve a suspensão da importação.

Para a ministra Tereza Cristina, a liberação desses lotes pela GACC representa um avanço na negociação da retomada das exportações regulares para a China.

“Não existe motivo de preocupação nem para os nossos consumidores nem para os consumidores externos. Essa liberação alivia os nossos exportadores que tinham muitos desses contêineres no mar ou em portos, que serão então liberados para entrarem na China. Agora, temos um próximo passo para liberar a suspensão da carne brasileira daqui para frente. Estamos em andamento neste processo e espero que isso aconteça ainda no próximo mês”, frisou Tereza Cristina.

Principal mercado

A China é o principal mercado da carne bovina brasileira e compra quase metade das cerca de 2 milhões toneladas que o país exporta.

Com o embargo, as exportações totais de carne do Brasil caíram 43% em outubro, para 108,6 mil toneladas, na comparação com igual mês do ano passado, segundo Abrafrigo.

Em receita, as vendas da carne bovina também diminuíram. No total, o faturamento da exportação chegou a US$ 541,6 milhões no mês passado, uma queda de 31%.

Com informações: G1

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Reino Unido confirma primeira morte causada pela variante ômicron.

Ao menos uma pessoa morreu no Reino Unido vítima da variante ômicron do coronavírus, afirmou hoje o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, que fez um alerta contra a crença de que a nova cepa é menos mortal que as anteriores e fez um apelo a favor da vacinação. Ele não divulgou a idade do paciente e nem se ele estava vacinado ou se apresentava comorbidades.

“Infelizmente, sim, a ômicron está gerando hospitalizações e, infelizmente, pelo menos um paciente teve a morte por ômicron confirmada”, disse Johnson, durante visita a um centro de vacinas em Paddington, oeste de Londres.

Segundo o ministro da Saúde britânico, Sajid Javid, 10 pessoas estão hospitalizadas na Inglaterra com a variante — no total, 3.137 foram diagnosticadas com a ômicron. “A ideia de que esta é, de alguma forma, uma versão mais branda do vírus, acho que é algo que precisamos deixar de lado e apenas reconhecer o ritmo com que ele [vírus] acelera pela população. Portanto, a melhor coisa que podemos fazer é obter nossos reforços [de vacina]”, disse Johnson.

Segundo Javid, a variante, identificada inicialmente na África do Sul, se espalha a um “ritmo fenomenal” e já responde por cerca de 40% das infecções em Londres. Ontem, Johnson afirmou que um “maremoto” de ômicron está prestes a atingir o país. E o governo alertou que, se não forem adotadas medidas de prevenção, 1 milhão de pessoas poderá ser infectada pela nova variante até o fim de dezembro. Ontem, 1.239 novos casos da ômicron foram confirmados no país, elevando o total detectado para 3.137 — 65% a mais que os 1.898 acumulados até o dia anterior.

O Reino Unido detectou os primeiros casos da variante no país em 27 de novembro.

“O que sabemos sobre a ômicron é que ela está se espalhando a um ritmo fenomenal, algo que nunca vimos antes, as infecções [pela variante] estão dobrando a cada dois ou três dias. Isso significa que estamos diante de um maremoto de infecções, estamos novamente numa corrida entre a vacina e o vírus”
Sajid Javid, ministro da Saúde britânico

Cientistas afirmam que a ômicron, muito mais transmissível que outras cepas, é capaz de infectar pessoas que receberam duas doses de vacina.

Dados preliminares revelados na última sexta-feira apontaram que a eficácia da vacina contra infecções sintomáticas é significativamente menor contra a ômicron para quem recebeu duas doses, mas que uma terceira dose de ambas as vacinas usadas no país — Pfizer e Moderna — pode aumentar a proteção para mais de 70%. Segundo o ministro, apesar de os sintomas da cepa possivelmente serem mais leves, a não ser que o governo aja, o sistema de saúde poderá ficar sobrecarregado.

Johnson acelera programa de doses de reforço Horas depois de especialistas do governo britânico elevarem o nível de alerta para a covid-19 para 4 numa escala de 5, Johnson afirmou num pronunciamento ontem que o programa de aplicação de doses de reforço deve ser acelerado. Johnson disse que as pessoas deveriam se apressar para receber uma dose de reforço para proteger “nossas liberdades e nosso modo de vida”, afirmando que o sistema de saúde teria dificuldades de lidar com hospitalizações se a variante se espalhasse por uma população somente duplamente imunizada. “Todos com mais de 18 anos aptos a serem vacinados na Inglaterra terão a chance de receber a dose de reforço antes do Ano Novo”, afirmou o premiê, que classificou a disseminação da ômicron de uma emergência. A partir desta semana, pessoas com mais de 18 anos poderão receber a terceira dose na Inglaterra, contanto que ao menos três meses tenham se passado desde a segunda. Para acelerar a imunização, 42 equipes militares serão acionadas, e novos locais de vacinação serão abertos. “Duas doses não são suficientes, mas três doses ainda oferecem excelente proteção contra infecções sintomáticas”, ressaltou Javid.

Segundo a BBC, a meta anunciada por Johnson não significa que todos os adultos receberão a dose de reforço até o fim do ano, mas que terão a oportunidade de ao menos agendar a aplicação. Em resposta à ômicron, o primeiro-ministro pediu que as pessoas trabalhem de casa se possível a partir de hoje e determinou a obrigatoriedade de máscara em grande parte dos locais públicos fechados. Além disso, deverá ser obrigatório apresentar um certificado de vacinação ou um teste negativo para covid-19 para entrar em casas noturnas e grandes eventos a partir de quarta-feira, se a medida for aprovada pelo Parlamento.

Con informações: UOL

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Governo entrega 7 mil cartões do Mais Social na próxima quarta-feira

Em uma grande ação de entrega de cartões, o Programa Mais Social, implantado pelo Governo do Estado como forma de atendimento as famílias em vulnerabilidade social, realiza na próxima quarta-feira (15) a entrega de mais de 7 mil cartões em Campo Grande e em mais 78 municípios MS. É uma oportunidade de beneficiários que ainda não retiraram seus cartões, ou aqueles que estão em transição do antigo Vale Renda para o Mais Social, de garantirem seu benefício de R$ 200 reais.

“Vamos entregas esses 7 mil cartões para que essas pessoas tenham acesso o quanto antes ao benefício do Governo do Estado. Já estamos com quase 50 mil cartões emitidos e cada vez mais precisamos que as famílias em vulnerabilidade, público do programa, acessem esse benefício que garante dignidade, fomenta a economia e traz segurança para o dia a dia”, pontua a titular da Sedhast, Elisa Cleia Nobre.

Elisa lembra também que beneficiários que recebiam os R$ 180 reais disponibilizados pelo Vale Renda precisam procurar os locais de entrega para retirarem seus cartões e garantirem a continuidade pelo Mais Social com R$ 200 reais. “O beneficiário do antigo Vale Renda que não retirar o novo cartão, não receberá o benefício em janeiro de 2022”, esclarece a secretária.

Nobre pontua ainda que mesmo com o contato prévio da Sedhast, muitos beneficiários do antigo Vale Renda não compareceram para retirar o novo cartão. Além disso, beneficiários que informaram um endereço na hora do cadastro, se mudaram e a entrega não foi possível. Há também casos de números de telefone que não foram atualizados ou que já não pertencem mais ao favorecido. Todos esses fatores impediram a entrega, conforme informações da coordenação do programa.

No interior do estado, a retirada do novo cartão do Mais Social deve ser realizada nas sedes do programa Mais Social. Na Capital, a retirada deve ser realizada nos locais abaixo, respeitando a localização de cada beneficiário.

Beneficiários que já receberam o novo cartão do Mais Social, ou que já foram visitados pelas equipes e aguardam emissão do cartão, não devem comparecer aos locais.

O governo disponibilizou o telefone 3368-9000 para que dúvidas possam ser sanadas.

Com informações: Portal do Governo de MS

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Governo vai pagar benefício extra para Programa Mais Social

Atendendo as necessidades de centenas de famílias em situação de vulnerabilidade social, o governador Reinaldo Azambuja anunciou a liberação da décima terceira parcela do programa Mais Social para a próxima terça-feira (14).

Com isso, os beneficiários que já receberam o cartão do programa terão acréscimo de R$ 200 no orçamento do fim de ano, já na próxima semana. “Após pedidos resolvemos pagar o décimo terceiro aos beneficiários, que vão receber mais uma parcela extra para as compras do Natal. É o Governo do Estado prestando apoio as famílias mais carentes nesse período de fim de ano”, disse o governador.

“Nossa expectativa é que esse pagamento extra traga um fim de ano mais feliz para as famílias, para ajudar na manutenção da compra de alimentos e produtos de higiene para suas casas”.

Ampliação do benefício

O Governo do Estado estuda, ainda, a ampliação em 50% do benefício pago pelo programa. Os beneficiários recebem, hoje, R$ 200 mensais para comprarem alimentos e produtos de higiene pessoal e a intenção é pagar R$ 300, além de permitir a compra de gás de cozinha.

A proposta está sendo analisada pela equipe técnica do Governo do Estado e a nova medida deve valer a partir do ano que vem.

O programa

Criado para atender famílias em situação de vulnerabilidade social, insegurança alimentar e nutricional, o programa paga R$ 200 para quem tem renda mensal inferior a meio salário mínimo e atende aos critérios do programa. Os cartões já começaram a ser entregues e as equipes do programa seguem com as visitas domiciliares, nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, para alcançar 100 mil famílias.

Com o programa, a estimativa é de investir R$ 240 milhões por ano na economia de Mato Grosso do Sul.

Com informações: Subcom/MS

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Governo reestima gastos com Auxílio Brasil para R$ 90,5 bilhões e prevê benefício de R$ 415

O ministro da Economia, Paulo Guedes, apresentou uma reestimativa de despesas para 2022 após a promulgação de Emenda Constitucional que limita o pagamento de precatórios e altera o cálculo do teto de gastos. Em ofício encaminhado ao relator-geral do Orçamento, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), Guedes indica que o programa Auxílio Brasil deve consumir R$ 90,55 bilhões. A previsão original era de R$ 35,9 bilhões, uma diferença de R$ 54,6 bilhões.

O cálculo considera o valor do benefício médio de R$ 415. A estimativa leva em conta ainda a inclusão de famílias elegíveis e a mudança nas linhas de pobreza e extrema pobreza, previstas na Medida Provisória (MP) 1.061/2021, aprovada neste mês pelo Congresso Nacional.

O ofício ainda pede a mudança nas despesas obrigatórias e nas programações da saúde e educação. Segundo Paulo Guedes, se a Câmara dos Deputados aprovar as mudanças sugeridas pelo Senado na PEC dos Precatórios, haverá um espaço fiscal aberto de R$ 106 bilhões. Cerca de R$ 62,2 bilhões resultam da correção do teto de gastos, e R$ 43,8 bilhões, do limite ao pagamento de precatórios.

Revisão

Na revisão proposta pelo ministro da Economia, os gastos com a transferência de renda para pagamento de benefícios do Auxílio Brasil correspondem a R$ 89 bilhões. Outros R$ 710,5 milhões vão para remuneração de agentes financeiros e R$ 624,5 milhões para apoio aos entes federados. Há ainda R$ 153 milhões para processamento de dados do programa.

As despesas com o Auxílio Gás, que não constavam no projeto de lei orçamentária anual (PLOA – PLN 19/2021), foram estimadas em R$ 1,9 bilhão. A previsão é manter, no decorrer do exercício de 2022, a concessão a 5,5 milhões de famílias. O benefício em 2022 deve ser de R$ 56, equivalente a 50% do valor do botijão, com valor médio de R$ 112,75. Ainda há R$ 558 mil para o Auxílio-Inclusão às Pessoas com Deficiência.

Com informações: Agência Senado

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Thronicke recorre ao STF por relatoria no Orçamento da União de 2022

Em pronunciamento nesta quinta-feira (9), a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) anunciou ter ajuizado mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir sua nomeação, na Comissão Mista de Orçamento (CMO), como relatora setorial da área da Educação do Projeto da Lei Orçamentária Anual de 2022 (PLN 19/2021). Segundo a senadora, sem acordo partidário para a indicação da relatoria, caberia à Mesa da CMO obedecer ao Regimento Comum do Congresso, o que não teria ocorrido.

Soraya Thronicke foi indicada para ser a relatora pelo senador Lasier Martins (Podemos-RS), que é líder do bloco partidário Podemos/PSDB/PSL. A relatoria, porém, ficou com o senador Wellington Fagundes (PL-MT), do bloco Vanguarda (DEM/PL/PSC), indicado pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF). Soraya disse que Izalci não tinha a prerrogativa de indicar outro nome para a relatoria, já que o líder do bloco é Lasier. Ela também criticou a presidente da CMO, senadora Rose de Freitas (MDB-ES), por acolher a indicação do nome de Fagundes e reiterar a decisão, apesar de sua contestação.

Soraya afirmou também que sua indicação ocorreu em julho deste ano, enquanto a de Fagundes ocorreu no mês seguinte. A senadora também pediu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que intervenha para determinar sua nomeação na forma regimental e assim dar fim à judicialização da questão.  Ela pediu para que o presidente do Senado trate do caso, para que o mandado de segurança ajuizado por ela no Supremo Tribunal Federal perca o objeto.

Conhecimento formal

Em resposta, Rodrigo Pacheco afirmou que, ao tomar formalmente conhecimento do fato, vai se pronunciar sobre a questão. Ele observou que a Comissão Mista de Orçamento tem autonomia, mas acrescentou que, se nada limitar a sua competência legal em relação ao caso, tomará as providências cabíveis.

— Ainda verdadeiramente não chegou até a Presidência do Senado qualquer tipo de questão de ordem formal nem requerimento formal nesse sentido. Mas já cuidei junto à Secretaria-Geral da Mesa de ter o conhecimento pleno disso para que possa haver uma decisão do Congresso Nacional, da Presidência do Congresso Nacional. Então, eu peço escusas a V. Exa. se há algum tipo de inércia da nossa parte, mas, de fato, para que haja decisão, é preciso haver a provocação de ordem formal, para que possamos fazer a decisão — afirmou Pacheco.

Com informações: Agência Senado

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Senado aprova mudanças da Câmara e confirma volta da propaganda partidária

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (8) o substitutivo da Câmara ao projeto de lei que restabelece a propaganda gratuita dos partidos políticos no rádio e na televisão.  O texto seguirá agora para sanção presidencial.

A propaganda partidária, que é diferente do horário eleitoral, é uma transmissão anual a que têm direito todos os partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele serve para divulgação da plataforma do partido e para atrair novos filiados. A duração do programa depende do desempenho de cada partido nas eleições.

Pelo texto aprovado, a transmissão dos programas renderá compensação fiscal às emissoras de rádio e TV. O valor será calculada pela média do faturamento dos comerciais dos anunciantes no horário das 19h30 às 22h30. Essa compensação será financiada pelo Fundo Partidário, que receberá um acréscimo de recursos anuais para essa finalidade.

Redes sociais

O relator, senador Carlos Portinho (PL-RJ), rejeitou apenas uma das mudanças feitas pela Câmara. Ele recuperou uma permissão criada pelo Senado para que o Fundo Partidário financia o impulsionamento de conteúdos políticos em redes sociais e em plataformas de compartilhamento de vídeo. Ao mesmo tempo, esses serviços — assim como outros impulsionamentos virtuais, como aqueles em mecanismos de busca —não poderão ser contratados em anos eleitorais no período que vai das convenções até o pleito.

Com informações: Agência Senado

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MDB aposta em Simone Tebet para pré-candidata a presidente

Aprendi a arte da política desde muito cedo, quando ouvia, ainda criança, as conversas de portas entreabertas entre meu pai e seus correligionários do MDB daquele tempo. Quis a história que o mesmo MDB do meu pai me convocasse para que, junto aos meus companheiros de agora, eu me predispusesse a cumprir a missão mais importante da vida de um ser político: ser candidata à Presidência da República.

Aceitei, porque o MDB, meu partido desde sempre, teve um papel central na restauração da nossa democracia. Foi um intransigente defensor das liberdades. Lutou pelo fortalecimento das instituições republicanas para que o país encontrasse o seu verdadeiro rumo. O MDB nunca faltou ao chamado da nossa história, principalmente quando atravessamos tempos de maior turbulência política, social e econômica.

Aceitei, porque o Brasil de hoje exige nova arquitetura política que carregue em si o clamor da urgência. Urgência, porque brasileiros estão morrendo de fome — depois de tantas centenas de milhares já terem morrido em consequência de uma política de saúde movida pela insensibilidade, pelo negacionismo e pela ganância.

Urgência, porque os nossos jovens sobrevivem desafortunados em nossas cidades, sem horizonte nem esperança,fruto de um ensino público precário e da ausência de vagas no mercado de trabalho.

Urgência, porque nossos trabalhadores e trabalhadoras também não encontram emprego, em consequência de uma política econômica míope que visa apenas à prosperidade de poucos.

Urgência, porque temos um governo sem planejamento, sem uma política nacional e regional de desenvolvimento e que, sem reformas estruturantes e sem orçamento para ciência e tecnologia, permite o sucateamento do nosso parque industrial, o fechamento do comércio e a destruição das oportunidades de trabalho dos prestadores de serviços.

Urgência, enfim, porque, na destruição do futuro e no abandono do seu povo à própria sorte, o Brasil está abandonando a si mesmo. Urge reconstruir este país com firmeza, coragem e determinação; e fazer a mudança que realmente importa: a do compartilhamento das nossas riquezas, por meio da igualdade de oportunidades.

O que isto significa? Significa que todas as crianças e todos os jovens tenham uma educação pública de qualidade, com valorização dos professores, da ciência e da tecnologia, com currículo condizente com os desafios do mundo moderno.

Significa igualdade de oportunidades para que todos possam ter acesso, por meio de SUS devidamente financiado, à saúde básica gratuita e eficiente.

Significa igualdade de oportunidades, para que todos alcancem a verdadeira cidadania, por meio do emprego, do trabalho e da remuneração digna.

Significa, dada a incapacidade do poder público em investir na infraestrutura, pela exigência de vultosos recursos, a busca por parcerias público-privadas, que só serão viabilizadas após a consolidação de um ambiente adequado de negócios: segurança institucional (pelo amor à democracia) e jurídica (pelo respeito à Constituição).

Sou mulher, mãe, professora, advogada. Além de prefeita, fui vice-governadora do meu estado, Mato Grosso do Sul. Hoje, sou senadora da República. Os valores cristãos, eu os aprendi no seio familiar. Os valores do trabalho, eu aprendi em minha atividade profissional. Os valores do bem público, eu aprendi na política, nos seus embates e confrontos, consciente de que não há valor maior do que o bem coletivo, a liberdade e a igualdade de oportunidades.

São esses os valores que levo comigo nesta nova empreitada política, consciente das pedras no meio do caminho, mas como disse o poeta, “o caminho se faz ao caminhar”. Esta será a minha missão: construir um novo caminho, sem essas pedras que nos levam a uma das maiores desigualdades sociais de todo o planeta, embora tenha1mos a riqueza dos nossos recursos naturais e humanos. O que me move é a convicção de que, na política, missão não se escolhe. Cumpre-se. Quem escolhe missões no caminho da política é porque perdeu-se da política no meio do caminho.

No Uruguai, senadores brasileiros discutem políticas para o Mercosul

Senador Nelsinho Trad – presidente da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul

Os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS), Fabiano Contarato (Rede-ES), Eliziane Gama (Cidadania-MA), Soraya Thronicke (PSL-MS) e Humberto Costa (PT-PE) estão em Montevidéu, no Uruguai, onde participam de encontro de parlamentares dos países que compõem o Mercosul, realizado na segunda (6) e terça-feira (7) 

O presidente da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul), Nelsinho Trad, informou que uma das propostas discutidas declara a agricultura familiar, camponesa e indígena de interesse regional. A intenção é implementar políticas públicas de agroecologia, promoção da igualdade de gênero e o desenvolvimento sustentável e integral da mulher rural. 

Também foi debatida uma proposta de declaração para que a Universidade Latino-Americana de Integração (Unila) contrate docentes latino-americanos. Nelsinho aproveitou a viagem para conhecer obras da nova sede da instituição, que deve ser inaugurada em 2022. 

Formado por senadores e deputados do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia, o Parlasul se reuniu no Uruguai pela última vez em 8 de novembro, quando foram aprovadas a criação de uma escola de governo e de uma comissão temporária para acompanhar o Acordo de Associação Bi-regional Mercosul-União Europeia. 

Fome

Na sessão da segunda-feira (6), Humberto Costa relatou problemas do Brasil como a fome. Segundo afirmou, 20 milhões de pessoas não têm o que comer atualmente no país. Para o senador, o governo federal aplica uma “política econômica equivocada” levando 116 milhões de brasileiros a viverem em situação de insegurança alimentar. 

— Consequências nefastas, especialmente para crianças. Reflexo de um governo canhestro, preocupado com armas, enquanto brasileiros e brasileiras disputam ossos jogados no lixo —ressaltou. 

Posse

Eliziane e Contarato tomaram posse oficialmente como membros do Parlasul na segunda-feira. Nas redes sociais, o senador agradeceu a acolhida do grupo e comentou a importância de discutir temas referentes a educação, direitos humanos, infraestrutura, bem como as pautas econômicas para os países membros. 

“Estamos juntos na construção de uma América Latina mais forte, mais justa, mais desenvolvida e mais inclusiva. A capacidade de indignação também une os povos. É nosso dever garantir o bem-estar de todos e lutar contra todos os tipos de discriminação”, escreveu o senador. 

Outras pautas

Os parlamentares analisaram ainda outros projetos, como o que trata da proteção e restauração de bacias hidrográficas, da reconstrução de ferrovias inundadas e da implantação de ferrovias interoceânicas. Também foi debatida uma proposição na qual o Parlasul pretende promover a unidade dos povos e a nomenclatura “América Latina Unida” em espaços públicos dos países que integram o bloco.

Com informações: Agência Senado