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Escola em aldeia ganha novo laboratório de Informática

Os alunos do 3º. Ano do Ensino Médio da escola guateka ‘Marçal de Souza’, que funciona na aldeia Jaguapiru, em Dourados, experimentam, a partir desta segunda-feira (11), mais uma etapa vitoriosa no processo de conquistas, não só do aprendizado, como no reforço à infraestrutura educacional, como principal legado que vão deixar para os colegas que iniciam essa caminhada na unidade. Depois de ganharem, em outubro do ano passado, moderno laboratório de Química, Física e de Ciências Biológicas, com microscópios, tubos de ensaios, balanças de precisão, bastões de vidro, banquetas e ainda um aparelho de ar condicionado, resultado de emenda parlamentar viabilizada pelo deputado Barbosinha, agora a escola recebe um novo e moderno laboratório de Informática, junto com as obras de reforma proporcionadas pelo Governo do Estado.

Alunos testam equipamentos do laboratório de Química durante visita de Barbosinha na escola

“Quando estive nessa escola, entregando o resultado da nossa emenda, no valor de R$ 40 mil, que propiciou a instalação do laboratório, como nenhuma outra escola da Rede Estadual tem em Dourados, como fez questão de dizer na ocasião o diretor Luiz de Souza Freire, fiquei sensibilizado com a situação da sala de Informática. Equipamentos antigos, faltando componentes, ultrapassados, motivaram a aluna Ariele Oliveira a fazer um pedido, na língua materna dos moradores da aldeia, em um vídeo que encaminhei pessoalmente ao governador Reinaldo Azambuja e agora estamos entregando um atualizadíssimo conjunto de computadores para a escola”, comemora o deputado douradense.

O Governo do Estado investiu cerca de R$ 350 mil na reforma parcial da Escola Estadual Indígena Guateka ‘Marçal de Souza’ que será entregue nesta segunda-feira (11) no interior da Aldeia Jaguapiru, em Dourados, com a presença da secretária estadual de Educação, Maria Cecília Amêndola da Motta e de autoridades locais. A obra, reivindicada pela comunidade local, contempla “os anseios de todos os nossos alunos e professores”, destaca a coordenadora do grupo de mulheres indígenas da aldeia, a professora de Química e Biologia, Jussara Marques Lopes, também mãe de aluno na escola.

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