Haddad defende arcabouço e redesenho de benefícios sociais em novo governo

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu em evento na capital paulista, nesta terça-feira (10), que um novo governo mantenha o arcabouço fiscal criado na gestão atual e que pense um novo “desenho” para os benefícios sociais.

“Da arquitetura do arcabouço eu não abriria mão [em um próximo governo]. Ele une a meta de resultado primário, mas sem descuidar de ter uma regra de gasto. O que fizemos foi combinar o melhor dos dois instrumentos testados, com uma dimensão anticíclica”, afirmou no evento.

Ao ser questionado sobre o peso dos benefícios sociais, Haddad afirmou que o país poderia reformulá-los — mencionando a unificação gerada pelo Bolsa Família em 2003.

“Talvez seria importante uma arquitetura nova do ponto de vista do dispêndio, sobretudo da assistência social. Eu tô defendendo o seguinte: assim como o FHC legou uma série de programas que puderam ser organizados de maneira inovadora, eu entendo que talvez o Brasil esteja maduro para uma solução mais criativa”, comentou.

A investidores e empresários, Haddad ainda disse que manteria a meta de inflação, hoje em 3%. O PT (Partido dos Trabalhadores) aprovou na última semana uma resolução em que defende a revisão do percentual.



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