John Deere propõe banco de horas para evitar 150 demissões no RS

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Proposta prevê folgas às sextas-feiras e compensação das horas em até dois anos. Trabalhadores da unidade de Horizontina votam nesta segunda-feira (26).

A John Deere apresentou uma proposta de banco de horas aos funcionários da fábrica de Horizontina, no Noroeste do Rio Grande do Sul, para tentar evitar cerca de 150 demissões. A medida está sendo submetida à votação dos trabalhadores nesta segunda-feira (26).

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A proposta prevê folgas às sextas-feiras, com as horas não trabalhadas acumuladas em um banco para compensação em um prazo de até dois anos.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Horizontina acompanha as negociações. Segundo o presidente da entidade, Alexsandro Bach, a diretoria está reunida para avaliar a situação e deve divulgar um posicionamento oficial nas próximas horas.

A iniciativa ocorre após outras medidas adotadas pela empresa ao longo de 2026 para adequar a produção à atividade industrial.

Em março, a unidade concedeu férias coletivas aos funcionários. Já a partir de 1º de abril, a empresa iniciou um período de layoff que envolveu aproximadamente 800 trabalhadores.

Na época, a medida representou uma redução estimada de 30% na produção de colheitadeiras. O layoff permite a suspensão temporária dos contratos de trabalho, com participação dos funcionários em programas de qualificação profissional, como forma de preservar empregos durante períodos de menor atividade.

Agora, o banco de horas surge como uma nova alternativa para ajustar o ritmo de produção e evitar desligamentos na fábrica gaúcha.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre o resultado da votação. Os próximos passos dependerão da decisão dos trabalhadores e dos encaminhamentos entre a John Deere e o sindicato.

Fonte Portal Plural

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