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Comitiva do Tribunal de Justiça de Mato Grosso visita a CPE

Nesta última quinta-feira, dia 5 de maio, o juiz diretor da Central de Processamento Eletrônico (CPE) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Vitor Luis de Oliveira Guibo, e a diretora da Secretaria Judiciária de Primeiro Grau, Conceição Pedrini Pereira, recepcionaram a comitiva de servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que veio de Cuiabá para conhecer as boas práticas implementadas na CPE do TJMS.

A comitiva foi formada pela assessora do juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça do TJMT, Letícia Campos Guedes Ouríves, e pelas servidoras gestoras judiciárias do CPE/TJMT, Amanda Andrade de Toledo Perri, Cátia Valéria Maciel de Arruda, e Gabriela Bigio Tardin Sales Silva.

A equipe do TJMT pretende aprimorar a Central de Processamento Eletrônico que já possuem em seu Tribunal e, para tanto, retornou ao TJMS, pioneiro na criação da CPE, e cujo modelo de atuação é hoje reconhecido como referência no país, para aprender com sua experiência exitosa.

O juiz e servidores mato-grossenses também visitaram no período da tarde a sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, tendo um encontro com o presidente do Tribunal de Justiça de MS, Des. Carlos Eduardo Contar, e o Corregedor-Geral de Justiça, Des. Luiz Tadeu Barbosa Silva. A comitiva ainda cumpre agenda hoje antes de retornar para o TJMT.

Saiba mais – A Central de Processamento Eletrônico (CPE) é uma proposta inovadora do TJMS lançada em 2013. Reconhecida nacionalmente como o “Cartório do Futuro”, a atuação da CPE começou pelas varas de execução penal do Estado e depois alcançou as varas dos juizados de comarcas do interior e também varas da justiça comum.

O projeto pioneiro no Brasil começou a chamar a atenção de outros tribunais, que constantemente visitam o Poder Judiciário Estadual em busca de mais detalhes sobre o funcionamento do cartório 100% eletrônico que já foi copiado em vários estados brasileiros.

A iniciativa sul-mato-grossense tem deixado um legado importante no país, pois a centralização do processamento permite a padronização do trabalho, a uniformização de modelos, foco na execução de processos, especialização na execução das tarefas, segurança para o servidor, redução de custos para a administração, mas, principalmente, mais produtividade.

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